Existe FPS com emoção! E não, não é emoção no sentido frenético da coisa, mas sim emoção genuína de angústia, medo ou reflexão interna profunda. Pois é, não imaginava que um boomer shooter me causaria tal sensação. E Luna Abyss parece transparecer essa intenção o tempo inteiro. E fica fácil de explicar isso através da gameplay do jogo. Mas antes, vamos contextualizar o que é Luna Abyss e quem está por trás dele. Desenvolvido pelo estúdio indie britânico Kwalee Labs, Luna Abyss chega oficialmente hoje, 21/05/2026, apostando em uma mistura muito peculiar entre: FPS frenético, bullet hell, horror psicológico, sci-fi

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Antes de falar sobre o jogo em si, é importante contextualizar o que Call of the Elder Gods representa. O jogo é a continuação direta de Call of the Sea, título desenvolvido pelo estúdio espanhol Out of the Blue Games, conhecido por criar experiências focadas em narrativa, mistério e puzzles altamente imersivos. O primeiro jogo surpreendeu bastante a indústria indie quando foi lançado em 2020, recebendo elogios por sua direção de arte, narrativa emocional, puzzles inteligentes e sua ambientação inspirada em H.P. Lovecraft. Além disso, Call of the Sea recebeu diversas indicações e reconhecimentos, incluindo:🏆 indicação ao BAFTA Games Awards🏆

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Antes de falar da experiência em si, precisamos falar do peso que Marathon carrega. O nome não é novo. Marathon é uma IP clássica da Bungie, nascida nos anos 90, muito antes de Halo e Destiny. Na sua essência, sempre foi uma ficção científica densa, com narrativa fragmentada, inteligência artificial fora de controle e questionamentos sobre consciência humana. O reboot atual pega essa base e transforma completamente o gênero: sai o FPS narrativo clássico, entra um extraction shooter PvPvE, onde você assume o papel de um “Runner” — uma carcaça sintética controlada por uma consciência humana, enviada para explorar o

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Começo esta análise dizendo o óbvio : Sou fã de Suda 51 e da Grasshopper. Shadows Of The Damned nem é o jogo mais bem avaliado mas seu humor peculiar e sua campanha maluca me fisgaram de imediato. Conhecendo já como as coisas funcionam por aqui ainda assim devo dizer que Romeo Is A Dead Man conseguiu me surpreender. Um jogo que une o excêntrico e o convencional de uma maneira tão única em um mercado tão saturado merece toda sua atenção. Homenageando o trabalho do diretor e do estúdio eu farei uma análise diferente das que vocês estão acostumados

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Antes de entrar na experiência em si, vale entender o peso de Returnal. Desenvolvido pela Housemarque — estúdio finlandês conhecido por jogos arcade intensos —, Returnal marcou uma virada importante na história da empresa. Após anos produzindo títulos mais “arcade clássicos”, esse foi o primeiro grande projeto AAA do estúdio, já sob o guarda-chuva da Sony Interactive Entertainment, que posteriormente adquiriu a Housemarque após o sucesso do jogo. Lançado originalmente em 2021 para PlayStation 5 e posteriormente para PC, Returnal rapidamente se destacou por sua proposta: unir a base dos roguelikes com um shooter em terceira pessoa de alto orçamento

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Adivinha quem está de volta?Sim. Eu mesma. E não voltei de mãos vazias, não. Voltei com uma das quentinhas mais suculentas do ano. Tirei um precioso tempo da minha apertadíssima agenda para me dedicar a 13 horas de pura jogatina desenfreada. Claro, com pequenas pausas estratégicas entre uma hora e outra. Não por cansaço. Jamais. Mas para contemplar com a devida atenção a beleza do nosso cinquentão favorito e os respeitáveis braços de padeiro que ele resolveu ostentar neste jogaço. Prioridades são prioridades. Entre tensão, munição escassa e aquele clássico “tenho três balas e um sonho”, mergulhei de cabeça em

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Prazer, Luíza Leone, mas pode chamar de Lu. Sou Criadora de conteúdo desde 2012 e streamer de jogos desde 2023. Apaixonada por moda, jogos, tecnologia e cultura geek. Tenho 37 anos, moro em São Bernardo do Campo – São Paulo, e sou uma pessoa dentro do espectro autista.

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